quinta-feira, 26 de setembro de 2013

" Chega um momento em que a gente se dá conta de que, às vezes, para sermos 
verdadeiros com nós mesmos, precisamos ter o desprendimento para abençoar 
as tentativas sem êxito, agradecer pelo o que cada uma nos ensinou, e seguir. 
De que, às vezes, para se reconstruir, é preciso demolir construções que,
 por mais atraentes que sejam, não são coerentes com a ideia da nossa vida. 
A gente se dá conta do quanto somos protegidos quando estamos em harmonia 
com o nosso coração. De que o nosso coração é essencialmente puro. 
Essencialmente, amoroso, o bordador capaz de tecer as belezas que se 
manifestam no território das formas. De que, sabedores ou não, 
é ele que tem as chaves para as portas que dão acesso aos jardins de Deus. 
E, vez ou outra, quando em plena comunhão criativa, entra lá, 
pega uma muda de planta e traz para fazê-la 
florescer no canteiro do mundo".

((Ana Jácomo))

Um comentário:

guiomar disse...

seguir o nosso coração puro de toda impureza deste mundo cheio de tantas heresias está sendo muito difícil para muitos e as vezes até para nós mesmo, e por isso devemos sempre estar de comum acordo com o nosso coração.