quarta-feira, 21 de março de 2012


Se a mim for concedido o direito de pausas repositórias, então já anuncio que eu continuo na vida.
A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão.
Não quero ser multidão todo dia.
Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só.
Eu sou assim.
Sem culpas.

Padre Fábio de Melo!

Um comentário:

guiomar disse...

Eu acho que entendo o Pe. Fábio, pois nem todo dia estamos dispostos a estar em meio a multidão. Muitas vezes quando estamos no meio de tanta gente nos falta o fôlego, então vem a necessidade de estar sozinho conosco mesmo.